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Você sabia que também existem esquilos em Pernambuco?

 Verdade! Esse pequeno estava vagando, provavelmente procurando pela mãe, quando foi encontrado na Estrada de Pau Ferro, em Aldeia (Camaragibe). É um macho, ainda filhote, que foi encaminhado para o Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas Tangara), unidade da CPRH,  no bairro da Guabiraba, no Recife, onde está sendo cuidado, até ter condições de se virar sozinho na natureza



“Muitas pessoas desconhecem que os esquilos ocorrem em nosso estado. Mas, no ano de 2019, o Cetas Tangara recebeu quatro animais desta espécie”, explicou a bióloga do Cetas Tangara,  Tatiana Clericuzi. O esquilo (Sciurus aestuans), também conhecido como caxinguelê ou serelepe, é um roedor, de hábito diurno, muito ágil e de pequeno porte, que mede cerca de 30 cm e pesa até 240g.  Podem viver sozinhos ou em pares e alimentam-se de frutos, brotos, alguns invertebrados e sementes duras, pois necessitam gastar os dentes que estão sempre crescendo. 

É uma espécie arborícola, que desce das árvores para buscar alimento ou enterrar sementes. Devido ao hábito de enterrá-las para refeições posteriores, o esquilo é considerado um importante dispersor de sementes. Dormem em troncos de árvores e constroem seus ninhos nas forquilhas, distantes de dois a quatro metros do solo. O período de gestação da espécie é de cerca de 40 dias e nascem de dois a cinco filhotes,  por gestação. Ocorre nos biomas da Amazônia, Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica.

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