Pular para o conteúdo principal

Por Dentro do Polo | O Brasil não é para principiantes - por Jorge Xavier

O Poeta Tom Jobim, certa vez disse a seguinte frase, que com uma leve adaptação se transformou em um mantra: O Brasil não é para principiantes.

Ao longo do tempo o adjetivo “principiante” foi substituído por “amadores” e, assim, popularizou-se em diversos círculos e segmentos.



É inegável que o segmento corporativo é ambiente fértil para entender o alcance dessa premissa. Empreender é desafiante em qualquer lugar do mundo. No Brasil, soma-se as dificuldades inerentes a atividade, uma série de peculiaridades típicas do país nos mais diversos contextos: econômicos, políticos, sociais etc.

Tenho, porém, uma boa notícia. Considerando todos os desafios particulares a esse contexto, há um número imenso de oportunidades àqueles que conseguem fazer uma leitura adequada do ambiente e propõem soluções diferenciadas para atender a demandas do mercado, ou seja, buscam  diferenciação para resolver problemas que já existem, aliando a criatividade e a inovação.

 Não basta ter uma ideia excelente e abrir um negócio. Não se aventure a empreender se não houver uma visão clara de como é possível atender a necessidade do cliente escolhido de uma forma superior a como ele resolve esse problema hoje, uma coisa é certa,  além de muito foco, força de vontade, sangue frio e nervos de aço é necessário também buscar conhecimento sobre a área a qual se deseja atuar e não pense que quero desestimular os futuros empreendedores, pelo contrário, acredito e muito  no empreendedorismo, aliás acho que é  uma das melhores saídas para a economia do país. 

Por outro lado, tenho testemunhado uma quantidade assustadora de empresas que não se dedicaram a incrementar seus mecanismos básicos de gestão o que resulta em uma ineficiência brutal. Apenas ajeitando o básico e fazendo o arroz com feijão bem feito já é o suficiente para uma melhora de performance e ganhos mais representativos.

Baseado nessa visão é que lhe faço uma provocação: Se o Brasil não é para amadores, como você está gerenciando seu negócio? De forma profissional ou amadora? Se ainda tiver dúvidas quanto a essa resposta, sugiro retornar a sua base e refletir sobre como você se reinventa para ser competitivo nesse ambiente que, se já é desafiante em todo o mundo, aqui então...


Não delegue a ninguém ou a qualquer situação a responsabilidade que você tem em fazer a diferença em seu negócio, assuma o bônus e o ônus de estar a frente de uma organização. Garra, foco, força e FÉ, para superar os obstáculos. 

    

Jorge Xavier é estudante de Gestão de Negócios

Fonte: Gestão do amanhã. 

Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Baixe aqui o livro - Passos para o Reavivamento Pessoal

Clique aqui para baixar a versão PDF.

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas. Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?   O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas

Por Dentro do Polo | Pernambuco volta a ser o maior produtor de Jeans do Brasil – por Jorge Xavier

O Brasil produziu 341 milhões de peças jeans em 2019. Desse total, o polo produtivo de Pernambuco sustentou 17% do volume. Com algo em torno de 60 milhões de peças no ano, o estado é o maior polo de jeans do país, segundo o iemi - Inteligência de Mercado. Ultrapassou, assim, regiões como norte do Paraná e Santa Catarina. São Paulo é o maior centro comercial, mas, não de produção.Em Pernambuco, a produção está concentrada sobretudo entre Toritama e Caruaru. O valor da produção de peças jeans está estimado em R$ 14,4 bilhões, que corresponde a 9,5% do total nacional da produção textil no ano passado, apontou Marcelo Prado, diretor do leme, que participou de webinar da Santista sobre o futuro do consumo com a covid19. Já o varejo de jeans movimentou R$ 25,3 bilhões, disse Prado. A receita corresponde a 11% do consumo nacional de vestuário, calculado pelo lemi em R$ 231,3 bilhões, com a venda de 6,3 bilhões de peças. Em sua apresentação, Prado mostrou a evolução do mercado nacio