Pular para o conteúdo principal

Como o cristão deve votar - Ronaldo e Rossana Lidório

 





#1 Vote em oração


É o Senhor quem conduz a história. Oremos para que Ele guie nossos governantes e nossa nação. Uma das mais incríveis e transformadoras verdades bíblicas é que Deus ouve as orações. Jesus orava e convidava seus discípulos a orar. E a Palavra ensina não somente a orar, mas perseverar na oração. Neste domingo de eleições, ore antes de votar.


(Mt 26.44; Mc 6.46; At 2.42).


#2 Vote em paz


As eleições, os governantes eleitos, a nação e o mundo estão submissos ao governo de Deus. Não deixe que a ansiedade ou amargura encontrem lugar em seu coração. Creia em Deus o suficiente para descansar, colocando nele, e somente nele, sua plena confiança. O Brasil está nas mãos do Eterno.


(Sl 22.28; Pv 21.1; 1 Pe 5.7)


#3 Vote com testemunho


Cuide que suas palavras não sejam ofensivas, desrespeitando, ou até tripudiando sobre outros. Que as oportunidades de conversar ou debater sejam usadas para o testemunho cristão com palavras de moderação, marcante respeito e profundo amor. O cristão deve posicionar-se com convicção, mas brandura, lembrando que a palavra branda desvia o furor. É pelo amor que seremos conhecidos como filhos de Deus.


(Jo 13.35; Gl 5.22-23; 1 Pe.3.4)


#4 Vote com comunhão


A comunhão dos santos é um tesouro precioso de Deus para o seu povo: encoraja o coração, consolida a fé e consola a alma. Aquilo que une o povo de Deus é o impagável e insubstituível sangue do Cordeiro Jesus. Não permita que os posicionamentos e debates levem a conflitos, divisões ou distanciamento entre os da fé. A comunhão em Cristo é uma casa de consolo e não uma arena de guerra. Devemos exercer com responsabilidade nossa cidadania na terra, sem nos esquecermos que somos forasteiros e peregrinos, unidos em Cristo rumo à pátria celestial.


(Sl 133; 1 Co 1.9; 1 Jo 1.6-7)


#5 Vote com consciência cristã


O cristão vota orientado por sua consciência cristã. Deve prezar por escolhas ligadas à integridade, competência e confiança pessoal.

Observa os valores que se aproximam dos valores cristãos, não movido por um corporativismo religioso, mas por entender que os valores cristãos promovem a verdade, liberdade e justiça. Ao mesmo tempo, o cristão não tripudia sobre outros, antes os ama e ora por suas vidas. Não os desrespeita, mas os aconselha na verdade. Não os repele, mas os atrai no amor de Cristo.


(Pv. 10.9; Pv 14.34; 1 Tm 2.1-4)

Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Casa dos Pobres São Francisco de Assis precisa de ajuda

Com a pandemia do novo coronavírus, a Casa dos Pobres São Francisco de Assis, em Caruaru-PE, precisa de ajuda. A Casa, que atende a 77 idosos, está seguindo as recomendações das autoridades sobre a contaminação do vírus. Além da preocupação com a doença, já que todos os moradores do lugar fazem parte do grupo de risco, existe outra preocupação: a dos recursos financeiros para manter os trabalhos. A instituição é privada e sobrevive de doações, mas sem a renda do estacionamento que funciona no local, as receitas da Casa têm diminuído. O estacionamento está fechado ao público desde a sexta-feira (20), de acordo com a orientação de evitar aglomerações e com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar dos moradores. Entre os itens que a entidade mais necessita no momento, estão as fraldas descartáveis geriátricas. A Casa contabiliza o uso mensal de mais de 5 mil fraldas. O leite é outra necessidade dos moradores, que têm uma dieta em conformidade com a faixa etária.

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas. Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?   O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas

Baixe aqui o livro - Passos para o Reavivamento Pessoal

Clique aqui para baixar a versão PDF.