Pular para o conteúdo principal

Nutrição e Saúde - Como montar seu prato?, Por Jailson Cavalcante

É comum ouvir que um prato colorido é sinônimo de uma refeição nutritiva. No entanto, para montar um prato saudável é preciso escolher corretamente os alimentos que vão compor a refeição, priorizando o consumo de legumes, verduras, leguminosas e carnes magras.
Uma combinação interessante é criar um prato com cinco cores. “Pode conter um tipo de folhas verdes, uma porção de legumes ou verduras refogadas ou a vapor, um carboidrato, uma leguminosa e uma fonte de proteína”, explica.
Além de variar a alimentação no almoço e jantar, é importante não se esquecer do café da manhã e dos lanches entre as principais refeições. O ideal é que o café da manhã contenha carboidratos, proteínas, boas gorduras e fibras. Já nos lanches intermediários, procure adicionar um farelo sobre as frutas para equilibrar os níveis de açúcar que são liberados por ela. Boas opções são farelo de aveia, flocos de quinoa ou amaranto.
Para tornar a refeição um momento ainda mais prazeroso e benéfico ao organismo, tente alimentar-se sempre com calma, fracione as refeições e alimente-se a cada três horas, use essa regrinha básica. Quando fizer legumes, deixe por no máximo 5 minutos no vapor, assim irá preservar os nutrientes e a consistência crocante dos alimentos.
As gorduras podem ser incluídas na salada, mas com moderação (1 colher de sopa). Entre as opções saudáveis: azeite extravirgem, semente de linhaça, gergelim e chia, além das oleaginosas (nozes, avelãs, amêndoas e castanhas). Evite molhos “gordos” em geral, como os feitos com creme de leite. Aproveite os molhos da própria carne.


Imagem: Webdiet

Algumas dicas de composição do prato
Folhas verdes: como espinafre, agrião, alface, almeirão, rúcula.
Legumes ou verduras refogadas: couve-flor, brócolis, repolho, abobrinha, cenoura, beterraba, abóbora, entre outros.
Carboidrato: arroz integral, quinoa cozida, mandioquinha, inhame, cará.
Leguminosa: feijão, lentilha, grão-de-bico, ervilhas.
Proteína: carnes magras, cogumelos, ovos, peixes ou frango.



Jailson Cavalcante é nutricionista

Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Baixe aqui o livro - Passos para o Reavivamento Pessoal

Clique aqui para baixar a versão PDF.

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas. Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?   O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas

Por Dentro do Polo | Pernambuco volta a ser o maior produtor de Jeans do Brasil – por Jorge Xavier

O Brasil produziu 341 milhões de peças jeans em 2019. Desse total, o polo produtivo de Pernambuco sustentou 17% do volume. Com algo em torno de 60 milhões de peças no ano, o estado é o maior polo de jeans do país, segundo o iemi - Inteligência de Mercado. Ultrapassou, assim, regiões como norte do Paraná e Santa Catarina. São Paulo é o maior centro comercial, mas, não de produção.Em Pernambuco, a produção está concentrada sobretudo entre Toritama e Caruaru. O valor da produção de peças jeans está estimado em R$ 14,4 bilhões, que corresponde a 9,5% do total nacional da produção textil no ano passado, apontou Marcelo Prado, diretor do leme, que participou de webinar da Santista sobre o futuro do consumo com a covid19. Já o varejo de jeans movimentou R$ 25,3 bilhões, disse Prado. A receita corresponde a 11% do consumo nacional de vestuário, calculado pelo lemi em R$ 231,3 bilhões, com a venda de 6,3 bilhões de peças. Em sua apresentação, Prado mostrou a evolução do mercado nacio