Pular para o conteúdo principal

Seminarista Gustavo Henrique toma posse como obreiro de ponto de pregação


A solenidade de posse do seminarista Gustavo Henrique como obreiro do ponto de pregação do Vale da Bênção no Bairro Luiz Gonzaga foi marcada por espiritualidade e gratidão. A cerimônia ocorreu no domingo, 08, quando também foi realizado o culto de proclamação e a Ceia do Senhor.

O pastor Ismael Ornilo, líder da Igreja Vale da Bênção da Vila Kennedy, deu posse ao seminarista Gustavo Henrique. De acordo com Ornilo, o novo obreiro realizará um trabalho exitoso no local. “Tenho certeza de que o ir Gustavo vai amar as pessoas que aqui congregam, e os que forem acrescentados. Essa é uma característica dele. Sei que ele fará um trabalho maravilhoso”, declarou.



Ornilo ainda avaliou positivamente o ministério da irmã Carla Mestre, ex-dirigente do ponto de pregação. “A irmã Carla é uma mulher comprometida com o Evangelho, com o Bem, com as pessoas. É uma palestrante, uma pregadora, uma pessoa muito disponível. Louvo a Deus pela vida dela, e tenho certeza de que ela continuará apoiando a obra de Deus”, declarou.

Presente na solenidade, o pastor Jonathan Anderson também desejou boas-vindas ao novo dirigente e destacou o legado da líder anterior. “Expressar gratidão a Carla, Pedro e sua família, que desenvolveram um trabalho maravilhoso nesta comunidade. Estou imensamente alegre em ter o seminarista Gustavo como obreiro deste rebanho. Ele é alguém por quem nutro confiança e simpatia. Oro para que Deus continue abençoando a ele, sua família e todo o povo do bairro Luiz Gonzaga”, afirmou.

Por sua vez, o seminarista Gustavo Henrique disse confiar em Deus no cumprimento do chamado. “É um prazer para mim, mas estou ciente da responsabilidade de pregar o Evangelho do Senhor Jesus – uma mensagem que não é nossa, mas que vem de Deus, além de cuidar de vidas, de pessoas, de famílias. É um desafio bom, pois quem descobre a sua vocação não consegue fazer outra coisa. Saber que estamos fazendo a vontade de Deus nos motiva”, declarou.



A equipe de reportagem de ConTexto também parabeniza o novo dirigente, desejando-lhe sabedoria do Alto na condução do serviço, e expressa gratidão à missionária Carla Mestre pelo trabalho desenvolvido. Que o Senhor Deus permaneça conduzindo a todos!







Colaboração: Fábio Santana

Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Baixe aqui o livro - Passos para o Reavivamento Pessoal

Clique aqui para baixar a versão PDF.

Casa dos Pobres São Francisco de Assis precisa de ajuda

Com a pandemia do novo coronavírus, a Casa dos Pobres São Francisco de Assis, em Caruaru-PE, precisa de ajuda. A Casa, que atende a 77 idosos, está seguindo as recomendações das autoridades sobre a contaminação do vírus. Além da preocupação com a doença, já que todos os moradores do lugar fazem parte do grupo de risco, existe outra preocupação: a dos recursos financeiros para manter os trabalhos. A instituição é privada e sobrevive de doações, mas sem a renda do estacionamento que funciona no local, as receitas da Casa têm diminuído. O estacionamento está fechado ao público desde a sexta-feira (20), de acordo com a orientação de evitar aglomerações e com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar dos moradores. Entre os itens que a entidade mais necessita no momento, estão as fraldas descartáveis geriátricas. A Casa contabiliza o uso mensal de mais de 5 mil fraldas. O leite é outra necessidade dos moradores, que têm uma dieta em conformidade com a faixa etária.

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas. Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?   O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas