Pular para o conteúdo principal

Por Dentro do Polo | Cenário animador – por Jorge Xavier


Mesmo em meio a um cenário de crise vivido no Brasil, a moda apresentou crescimento nos últimos anos. O setor de moda resultou em um consumo de, aproximadamente, R$ 220,6 bilhões no ano de 2018, um valor equivalente a R$ 1061 per capita. A estimativa é que esses números continuem a aumentar. O segmento ficou atrás somente da indústria alimentícia, que vendeu R$ 560,8 bilhões no último ano. A perspectiva é que o setor têxtil e de vestuário tenha um crescimento de 13,6%, equivalente a 2,6% ao ano, até 2023. O alcance será de 7 bilhões de peças vendidas.



O setor tem como foco a principal parcela da sociedade, que compreende consumidores da classe B e C1, que recebem de 4 a 20 salários mínimos. Mesmo em meio a um cenário de crise vivido no Brasil, a moda apresentou crescimento nos últimos anos. De acordo com o especialista em mercado e dirigente do IEMI, Instituto de Estudos e Marketing Digital, o consumo de roupa não está ameaçado, pois é algo universal.

No entanto é preciso destacar a importância do empresário do setor têxtil e de vestuário em focar na solução, e não nos problemas, quando o assunto é o crescimento do setor e do negócio. Ele afirma ainda que as empresas necessitam moldar os seus conceitos, buscar novos caminhos para se desenvolver durante as crises, sem se deixar cair em um estado de comodismo.

Assim, as marcas precisam ir atrás de inovação, tecnologia e, obviamente, buscar sempre oferecer um produto de boa qualidade. Dessa forma, o empresário irá agregar valor à marca, um fator que influencia os consumidores na hora de realizar suas compras. Para contribuir com o crescimento do varejo de moda e dos e-commerces, existem profissionais especializados nisso e que podem ser uma estratégia diferenciada.

Fonte de pesquisa: Rede têxtil e vestuário.



Jorge Xavier é empreendedor

Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Casa dos Pobres São Francisco de Assis precisa de ajuda

Com a pandemia do novo coronavírus, a Casa dos Pobres São Francisco de Assis, em Caruaru-PE, precisa de ajuda. A Casa, que atende a 77 idosos, está seguindo as recomendações das autoridades sobre a contaminação do vírus. Além da preocupação com a doença, já que todos os moradores do lugar fazem parte do grupo de risco, existe outra preocupação: a dos recursos financeiros para manter os trabalhos.

A instituição é privada e sobrevive de doações, mas sem a renda do estacionamento que funciona no local, as receitas da Casa têm diminuído. O estacionamento está fechado ao público desde a sexta-feira (20), de acordo com a orientação de evitar aglomerações e com o objetivo de garantir a segurança e o bem-estar dos moradores.
Entre os itens que a entidade mais necessita no momento, estão as fraldas descartáveis geriátricas. A Casa contabiliza o uso mensal de mais de 5 mil fraldas. O leite é outra necessidade dos moradores, que têm uma dieta em conformidade com a faixa etária.



Como ajudar? As doaç…

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas.

Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas geraçõ…

Solidariedade: grupo de voluntários distribui mais de 1.500 refeições em Caruaru

Em tempos de contágio do novo coronavírus, há outro sentimento sendo disseminado em meio à população: a solidariedade. A corrente do bem se espalha e as mãos que ajudam também são ajudadas pelas que recebem. Além da higienização do corpo, que é um dos protocolos das medidas sanitárias contra o covid-19, fazer o bem ao próximo ‘limpa a alma’ daqueles que percebem a condição humana de todos.

A pesquisa ‘Tracking the Coronavírus’, realizada pela Ipsos entre 26 e 28 de março, mostrou que o Brasil está no topo do ranking dos países quanto à preocupação com as pessoas mais vulneráveis. 70% dos entrevistados no Brasil afirmaram temer pelos mais debilitados.
Neste percentual, estão as missionárias Sabrina Carvalho e Sara Galdino, que moram em Caruaru, no Agreste pernambucano. Em meandros de março, elas iniciaram uma ação que, a princípio, parecia pontual e singela. “Quando as autoridades em saúde começaram a intensificar a necessidade de constante higienização das mãos, ficamos preocupadas com…