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Por Dentro do Polo | Pesquisa de mercado mostra o comportamento do consumidor de vestuário - por Jorge Xavier

O IEMI - Inteligência de Mercado, acaba de lançar seu novo estudo sobre “Comportamento de Compra do Consumidor de Vestuário”, atualizando o estudo realizado em 2017.

Realizado em agosto deste ano, abordando o comportamento de compra de 1.250 consumidores de vestuário em sua última compra, de todas as faixas etárias, poder de compra e regiões, o novo estudo do IEMI - Inteligência de Mercado apresenta mudanças em relação à versão anterior, de 2017.

Dois anos atrás, o bom atendimento superava todos os requisitos na tomada de decisão. Já o estudo atual indica que os consumidores passaram a se preocupar principalmente com a questão de preços mais baixos e a variedade de produto por parte das lojas. O bom atendimento passou a ocupar a quarta posição em relevância.




“Este dado reflete a retração da economia nos últimos anos que obrigou os consumidores, especialmente das classes C e D, a reduzirem os gastos em geral”, analisa Marcelo Prado, diretor do IEMI.

Outra mudança foi o crescimento do e-commerce. Ainda que as lojas físicas predominem na comercialização de vestuário, sendo a opção preferida para 79% dos consumidores, 17% deles relataram ter realizado a sua última compra em uma loja online, contra 14% em 2017.

“Ainda que incipiente, o e-commerce vem ganhando participação crescente no setor”, acrescenta Prado.


Opção de compra
Dentre os consumidores que optaram pelo varejo físico, 50% deles realizaram sua última compra em shopping centers, havendo um leve aumento por esta preferência em relação à pesquisa de 2017, quando este índice era de 49%. Já a preferência por lojas de rua permaneceu igual, com 32% dos respondentes.

Mesmo após o período pós crise, o consumidor ainda está cuidadoso na retomada do consumo. Em geral, a frequência média de compra dos consumidores caiu de 6 para 5,6 compras por ano em relação à pesquisa de 2017. Exceto pelos consumidores da classe A, que aumentaram sua frequência de compra de 8 para 8,8 compras de vestuário por ano em média, nestes dois anos. Por outro lado, o consumidor está levando mais peças: média de 3,1 peças por compra contra 3 peças em 2017.

Motivações do consumidor
Dentre os principais motivos de compra, “substituir uma peça antiga” foi o mais indicado, por 22% dos consumidores, principalmente entre os homens, tendo 28% deles manifestado esta resposta. Esta motivação também foi a mais informada pelas mulheres (17% delas), porém, em menor número. Neste quesito, as mulheres mostraram-se mais engajadas às respostas emocionais, como: “queria me dar um presente” e “vontade de me sentir bonita ou bem vestida”.

Mais de 51% delas compraram influenciadas por estes tipos de motivações. Os homens por outro lado, se engajaram mais com motivações pragmáticas, como: “substituir uma peça antiga”, “uma festa ou um evento especial” e “comprei para dar de presente”. Cerca de 50% informou estes tipos de motivações.


Sobre o IEMI
O IEMI - Inteligência de Mercado foi criado em 1985 para atender a crescente demanda por dados numéricos e comportamentais relativos aos mercados das empresas e entidades de todos os tamanhos, bem como ajudar a sustentar o planejamento de suas ações. O IEMI tornou-se a principal fonte de informações para importantes setores da economia brasileira, como vestuário, têxtil, calçados, linha lar, móveis e colchões. Suas pesquisas de mercado e de comportamento oferecem diretrizes de futuro para as empresas.

Diante desse cenário, acredito que o nosso Polo de Confecções se destaca, visto que temos aqui produtos com preços excelentes e grande variedade, a região produz desde roupas para recém-nascido até peças de alfaiataria, passando pelo jeans, surf wear, moda feminina, etc... Agora é hora de aproveitar e caprichar na qualidade.




Jorge Xavier é empreendedor

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