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Crônicas e Poesias | Dias de Sol – por Nelson Lima


Eis que era dia de céu limpo, um sol “cor de gema de ovos”, cuidando da temperatura do meio ambiente. Os vegetais alegres transformando gás carbônico em glicose (que é absorvida por eles) e em oxigênio (liberado para a atmosfera), a conhecida fotossíntese. A ação do sol tem também a função de regular o nosso ritmo biológico e todas as suas atividades, como a liberação de hormônios durante nossas atividades diárias e durante o sono. O sol ajuda a desenvolver nossa capacidade natural de visão.
Daí passei a me sentir muito importante na criação.





Vi-me um ser espiritual dotado de personalidade própria, inteligência, emotividade e liberdade de escolha.
Vi-me mais próximo de Deus e executando a Sua vontade.
Vi-me dotado de extrema sabedoria e atuando na purificação e iluminação da humanidade.
Vi-me cheio do amor divino, conhecedor da luz e da verdade e oferecendo aos seres humanos ideias, ciência e conhecimento.
Vi-me dotado de humildade, estimulando a união humana e inspirando para a arte.
Vi-me inteligente e sentimental, sempre disponível a socorrer e ajudar.
Vi-me com o poder para que ordem no universo seja mantida, e com o poder de acalmar a mãe natureza.
Vi-me orientando as pessoas para as vontades divinas dando-lhes discernimento.
Vi-me associado ao poder da cura e aos milagres.

Calma, não me achem presunçoso! Estava apenas lendo o Salmo 8:5 e comecei a viajar na imaginação, aproveite e faço o mesmo, aliás, leia todo o capítulo. Independente de qual religiosidade você seja.



Nelson Lima é teatrólogo e poeta

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