Pular para o conteúdo principal

Comissão de Deputados visitará a Feira da Sulanca


Deputados que fazem parte da Comissão de Desenvolvimento Econômico e Turismo da Assembleia Legislativa de Pernambuco estarão na Feira da Sulanca de Caruaru na próxima segunda-feira, dia 13. A visita iniciará às 08h.

O objetivo será analisar a infraestrutura e a dinâmica da Sulanca para fomentar políticas públicas em benefício do feirante e do consumidor.  Representantes de entidades de classe e do poder público municipal e estadual serão convidados a participar da comitiva.

Para o presidente da CDET, deputado estadual Delegado Lessa (Progressistas), a visita técnica será uma atividade propositiva para ampliar o debate acerca do tema. “A Feira da Sulanca de Caruaru é o pulmão econômico do Polo Têxtil do Agreste, ao lado de outros equipamentos. A Comissão de Desenvolvimento Econômico da Assembleia tem muito a contribuir em um momento tão delicado como este, na busca de soluções para o local, que sofreu três incêndios nos últimos dois anos”, declara.

Definição da visita técnica aconteceu na reunião da CDET desta quarta-feira 08.
Foto: Evane Manço/Alepe


Incêndios
No último dia 06, um incêndio atingiu cerca de 70 bancos do setor da Brasilit da Feira da Sulanca. A área possui uma média de 4 mil bancos, representando cerca de 40% da Feira (que tem uma média de 9 mil bancos). Em novembro do ano passado, um pequeno incêndio atingiu um depósito no lugar. Em maio de 2017, chamas também atingiram pontos comerciais do setor.

Cadastramento
A Prefeitura de Caruaru está realizando um cadastramento especial dos feirantes que tiveram as barracas atingidas pelo fogo. O cadastramento especial dos feirantes vai até a próxima sexta-feira (10), das 8h às 16h, no Espaço Cultural, que fica localizado na rua Agnelo Dias Vidal – Nossa Sra. das Dores.

Na quarta-feira 08, a prefeita Raquel Lyra esteve no local do incêndio, acompanhada do secretariado municipal. A chefe do poder executivo municipal conversou com feirantes e garantiu todo o apoio necessário aos prejudicados pelo incidente.


Comentários


Postagens mais visitadas deste blog

Baixe aqui o livro - Passos para o Reavivamento Pessoal

Clique aqui para baixar a versão PDF.

Artigo | Covid-19 e os rumos da educação brasileira - por Mário Disnard

Acredito que a experiência de 2020 será um marco decisivo na educação, visto que a pandemia do Covid-19 nos apresenta, mais do que nunca, a necessidade de repensar o papel social da educação para além do processo de escolarização. No Brasil medidas emergenciais foram tomadas para garantir o processo educativo, entre elas, o trabalho educacional remoto. No entanto, diante de tantos imprevistos, gestores, professores, estudantes e famílias encontraram-se num momento de muita pressão, com várias dúvidas e incertezas. Diante da atual situação, os limites impostos têm nos apresentado possibilidades inegáveis de transformação, o que nos remete a uma série de questionamentos: há efetivamente uma preocupação com a qualidade social da aprendizagem? O que este período nos informa a respeito de nossos estudantes e de suas famílias com relação as nossas práticas como educadores?   O que faz sentido manter e o que mudar? É possível repensar o papel da escola e da sociedade na formação das novas

Solidariedade: grupo de voluntários distribui mais de 1.500 refeições em Caruaru

Em tempos de contágio do novo coronavírus, há outro sentimento sendo disseminado em meio à população: a solidariedade. A corrente do bem se espalha e as mãos que ajudam também são ajudadas pelas que recebem. Além da higienização do corpo, que é um dos protocolos das medidas sanitárias contra o covid-19, fazer o bem ao próximo ‘limpa a alma’ daqueles que percebem a condição humana de todos. A pesquisa ‘Tracking the Coronavírus’, realizada pela Ipsos entre 26 e 28 de março, mostrou que o Brasil está no topo do ranking dos países quanto à preocupação com as pessoas mais vulneráveis. 70% dos entrevistados no Brasil afirmaram temer pelos mais debilitados. Neste percentual, estão as missionárias Sabrina Carvalho e Sara Galdino, que moram em Caruaru, no Agreste pernambucano. Em meandros de março, elas iniciaram uma ação que, a princípio, parecia pontual e singela. “Quando as autoridades em saúde começaram a intensificar a necessidade de constante higienização das mãos, ficamos preocup