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Hoje, vamos bater Altos Papos sobre amor, aliás, não seria melhor se fôssemos amor todos os dias? - por Davi Geffson

Tão banalizado que nem mais passa confiança ou esperança de que seja real. Virou jogo de interesses e perde assim o seu real valor. É tão moeda de troca que já se dá esperando receber algo em troca. Seria o amor um factoide de “toma lá, dá cá”? Quero crer que não, ou talvez estamos, infelizmente, caminhando pra isso, se é que não já chegamos lá.



O amor é amor. Ponto final! O fato é que se utilizam da nomenclatura para justificar os infortúnios da vida, quando frustrado. O amo vivifica, não mata! O amor une, não separa! O amor junta, não espalha! O amor dá, sem querer nada em troca! O amor é sublime, compassivo, tudo sofre, tudo crê e tudo espera, isso é o amor. O que surgir, além disso, são meras especulações de sentimentos disfarçados.

O ideal é que sejamos amor, que exalássemos o aroma da bondade que compõe esse sentimento tão nobre e que está disponível para todo e qualquer ser humano, e até mesmo para os seres irracionais, que mesmo sem ter a capacidade de pensar, compreendem de forma instintiva o que é amar.

É bom iniciar o dia assim, amando. Olhando pro sol e dizendo: Sol, eu te amo. Amar o que é simples, o que é imperceptível, mas que faz toda a diferença em nossa vida. O amor é para todos, é para sentir, é para viver. Um dia me perguntaram o que era o amor, dentre sussurros internos não consegui bem decifrar o que seria, no entanto, abri um belo sorriso, e ali estava o amor. O amor que as palavras não o deixa ser apresentado, mas que pelas atitudes este é capaz de se revelar, pois quem foi criado para ser amor, não se satisfaz apenas em falar de amor, mas faz questão de ser. Assim sendo, não seria melhor que fossemos amor todos os dias?

Pense nisso!



Davi Geffson é mercadólogo e universitário de Letras. Escreve em ConTexto às segundas.

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