Pular para o conteúdo principal

Delegado Lessa faz apelo para o Disque Denúncia Agreste não acabar


O deputado estadual Delegado Lessa (Progressistas) subiu à tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) durante sessão realizada na terça-feira, 19, para ressaltar a importância do Disque Denúncia Agreste. O serviço, que existe desde 2002 e atende a 129 municípios, corre o risco de ser extinto devido a dificuldades financeiras.

Lessa exemplificou casos de repercussão que
foram solucionados graças ao DD Agreste.
Foto: Viliane Gomes
Em sua explanação, o deputado apresentou dados acerca do funcionamento do serviço, que já chegou a registrar uma média de quase 500 denúncias por mês. “O Disque Denúncia integra prevenção e combate à violência, colaborando com os mais diversos órgãos da sociedade para a diminuição da criminalidade”, declarou o Delegado Lessa. Ele testificou que, na condição de profissional de segurança pública, a atuação do Disque Denúncia Agreste sempre foi preponderante para a obtenção de informações que culminaram em resolução de crimes.

O deputado ainda mencionou fatos de repercussão que foram solucionados graças à atuação do equipamento, a exemplo do assassinato do colunista social Marcolino Junior, em 2016; do latrocínio de uma família em Lagoa do Paulista, área rural de Caruaru, ocorrido em 2017; e do tiro que atingiu o jornalista Alexandre Farias com uma bala perdida, no ano de 2017, em meio a uma perseguição policial.

Por fim, Lessa chamou a atenção dos pares para que seja feito coro a essa causa, junto à Prefeitura de Caruaru e ao Governo do Estado, para a continuidade do serviço. “Esta história de contribuição a favor da segurança não pode findar por falta de recursos. O Disque Denúncia do Agreste não pode ter esse fim”, conclamou.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A intolerância dos tolerantes e os confetes carnavalescos - por Amanda Rocha

A quarta-feira passou, mas as cinzas do carnaval deixaram um imensurável prejuízo, não apenas econômico graças aos diversos dias de inatividade industrial e comercial, não somente pelas grandes cifras de dinheiro público usado para distrair a população embalada por ritmos dançantes e letras chicletes ou pornográficas, enquanto hospitais e escolas funcionam em deploráveis condições. Contudo, diria mais, não unicamente pelo elevado índice de acidentes e mortes nas péssimas estradas. Pensando bem, qual o intuito em citar o elevado número de contágio de doenças sexualmente transmissíveis em relações desprotegidas durante esse período? De igual modo não se faz necessário referenciar a elevada despesa que o Sistema Único de Saúde terá por consequência do carnaval; tão pouco se faz cogente contabilizar o número de criminalidade que se eleva nesse período – assaltos, homicídios, latrocínios, tráfico; os casos de divórcios, de gravidez indesejada - que em parte culminará em abortos realizados …

Regime Militar e Movimentos Sociais, quem é o mocinho e quem é o vilão? - por Amanda Rocha

Desde a década de 70 o Brasil tem-se acrescido em números de movimentos sociais e sindicatos, suas origens datam em anos anteriores, mas sua efervescência dá-se no período de Regime Militar. Eivados da necessidade de luta de classes, esses movimentos disseminam que nasceram para combater o regime ditatorial vigente nas décadas de 60 e 70 no país, mas disfarçam o cerne de suas bases ideológicas, cuja finalidade é a imposição da ditadura do proletariado. Nascida na mente insana e nefasta de Karl Marx, essas utópicas soluções para o fim das desigualdades sociais e econômicas concretizaram-se em diversos países, e por onde passaram promoveram unicamente a igualdade da miséria. Dentre as tantas falácias que divulgam, mentem sobre a ordem dos fatos, uma vez que os movimentos não surgiram com o intuito de lutar pela democracia e findar o Regime Militar, há nessa afirmativa uma completa inversão, visto que o Regime Militar foi conclamado pela população e aprovado pelo Congresso, nessa época, …

Se o sol não brilhar, aproveite a sombra do dia nublado - por Davi Geffson

Já percebeu o quanto costumamos a reclamar? Se faz sol a gente reclama, se chove reclamamos do mesmo modo, na verdade, somos serescom anseios e desejos, mas precisamos entender que nada gira em torno de nós. É um conjunto, são vários humanos com os seus devaneios de “ser”. Achar que tudo gira em torno de nós, e por isso, deve ser do nosso jeito, é o mesmo que caminhar em uma esteira, você perderá peso, irá suar, vai se cansar, entretanto, continuará no mesmo lugar.


Tudo pode ser mais simples se ao invés de reclamarmos, impulsionarmos o sentido do “procure o que há de melhor”, em tudo iremos encontrar o lado positivo e o negativo, se assim não fosse, que chato seria. Não queremos nem muito, nem pouco, queremos balanceado, com equilíbrio, isso é o que mescla a nossa vida. Uma comida com muito sal é péssima, com pouco também, agora quando se coloca a quantidade ideal, huuuum, que delícia. Assim é a vida, nem tanto, nem pouco, mas o suficiente.
Diariamente, Deus nos concede o dia que nos fa…