Pular para o conteúdo principal

Daniel Mastral lamenta suicídio do filho de 15 anos

Conferencista e autor dos livros Filho do Fogo – Volumes 1 e 2, Daniel Mastral usou seu canal no YouTube para lamentar a morte do filho, Mikhael Mastral, de 15 anos. O adolescente cometeu suicídio no dia 22 (sexta-feira) e foi sepultado no sábado (23). Mikhael se atirou de uma plataforma de trem e Daniel publicou um vídeo nesta terça-feira (25) falando sobre o caso. A mãe, Isabela Mastral, não teve forças para comparecer ao enterro.

Daniel Mastral lamentou a morte do filho, Mikhael, de 15 anos Foto: Reprodução



Mastral relembrou um episódio que abalou o filho no ano passado. Mikhael recebeu uma ligação de uma amiga se despedindo e avisando que tiraria a própria vida. A menina conseguiu ser salva pela mãe, mas o garoto se sentiu culpado e se cortou como forma de autopunição. Após uma passagem por um neuropsicólogo, ele foi diagnosticado com depressão e transtorno de personalidade. Em 2018, ele passou a se depreciar e achar que não conseguia corresponder às expectativas dos pais.

Ao longo do vídeo, Daniel Mastral contou um pouco mais sobre o filho e do apoio que ele e a esposa deram a ele. Mikhael Mastral deixou um diário todo escrito em inglês sobre como foi seu processo com a depressão. Daniel Mastral pretende lançá-lo como forma de auxiliar pais e pessoas que estejam enfrentando a mesma situação.
– Infelizmente, meu filho não teve forças. Ele achava que era um peso. Ele achava que estava atrapalhando minha vida. Ele achou que essa era a solução, como um gesto de amor dizendo que está me poupando do sofrimento. Ele não deixou nem um bilhete de despedida. Sei que, a cada dia da minha vida, vai ser um dia que estou mais próximo dele – lamentou.
Fonte: Pleno News

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A intolerância dos tolerantes e os confetes carnavalescos - por Amanda Rocha

A quarta-feira passou, mas as cinzas do carnaval deixaram um imensurável prejuízo, não apenas econômico graças aos diversos dias de inatividade industrial e comercial, não somente pelas grandes cifras de dinheiro público usado para distrair a população embalada por ritmos dançantes e letras chicletes ou pornográficas, enquanto hospitais e escolas funcionam em deploráveis condições. Contudo, diria mais, não unicamente pelo elevado índice de acidentes e mortes nas péssimas estradas. Pensando bem, qual o intuito em citar o elevado número de contágio de doenças sexualmente transmissíveis em relações desprotegidas durante esse período? De igual modo não se faz necessário referenciar a elevada despesa que o Sistema Único de Saúde terá por consequência do carnaval; tão pouco se faz cogente contabilizar o número de criminalidade que se eleva nesse período – assaltos, homicídios, latrocínios, tráfico; os casos de divórcios, de gravidez indesejada - que em parte culminará em abortos realizados …

Regime Militar e Movimentos Sociais, quem é o mocinho e quem é o vilão? - por Amanda Rocha

Desde a década de 70 o Brasil tem-se acrescido em números de movimentos sociais e sindicatos, suas origens datam em anos anteriores, mas sua efervescência dá-se no período de Regime Militar. Eivados da necessidade de luta de classes, esses movimentos disseminam que nasceram para combater o regime ditatorial vigente nas décadas de 60 e 70 no país, mas disfarçam o cerne de suas bases ideológicas, cuja finalidade é a imposição da ditadura do proletariado. Nascida na mente insana e nefasta de Karl Marx, essas utópicas soluções para o fim das desigualdades sociais e econômicas concretizaram-se em diversos países, e por onde passaram promoveram unicamente a igualdade da miséria. Dentre as tantas falácias que divulgam, mentem sobre a ordem dos fatos, uma vez que os movimentos não surgiram com o intuito de lutar pela democracia e findar o Regime Militar, há nessa afirmativa uma completa inversão, visto que o Regime Militar foi conclamado pela população e aprovado pelo Congresso, nessa época, …

Se o sol não brilhar, aproveite a sombra do dia nublado - por Davi Geffson

Já percebeu o quanto costumamos a reclamar? Se faz sol a gente reclama, se chove reclamamos do mesmo modo, na verdade, somos serescom anseios e desejos, mas precisamos entender que nada gira em torno de nós. É um conjunto, são vários humanos com os seus devaneios de “ser”. Achar que tudo gira em torno de nós, e por isso, deve ser do nosso jeito, é o mesmo que caminhar em uma esteira, você perderá peso, irá suar, vai se cansar, entretanto, continuará no mesmo lugar.


Tudo pode ser mais simples se ao invés de reclamarmos, impulsionarmos o sentido do “procure o que há de melhor”, em tudo iremos encontrar o lado positivo e o negativo, se assim não fosse, que chato seria. Não queremos nem muito, nem pouco, queremos balanceado, com equilíbrio, isso é o que mescla a nossa vida. Uma comida com muito sal é péssima, com pouco também, agora quando se coloca a quantidade ideal, huuuum, que delícia. Assim é a vida, nem tanto, nem pouco, mas o suficiente.
Diariamente, Deus nos concede o dia que nos fa…