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O Petismo verde e amarelo – por Amanda Rocha

O Partido dos Trabalhadores afundou o Brasil numa crise econômica exorbitante, usurpou do brasileiro até mesmo o desejo e a alegria de torcer pela seleção brasileira, de vestir verde e amarelo.

As vendas das camisas da seleção durante a copa do mundo de futebol foi um fiasco e causou prejuízo aos comerciantes, todavia, o advento das eleições e a ascensão de um candidato nacionalista fez retomar o desejo de lutar pela nação, fez ressurgir entre os brasileiros a esperança de que há uma saída da penumbra econômica que dominou o Brasil nos últimos anos em consequência da corrupção e fome de poder de um grupo que pousa de defensor dos pobres e minorias, quando de fato utiliza-se desses para concretização de seus nefastos anseios.



O efeito Bolsonaro trouxe benesses à economia antes mesmo de sua chegada ao Planalto, a exemplo, as camisas da seleção estocadas no prejuízo de muitos empresários retornaram às vitrines, algumas receberam uma estampa adicional do rosto do presidenciável e hoje vendem como água. A bandeira do Brasil passou a fazer parte do cotidiano, está nos carros, vidraças, janelas, bijuterias, acessórios, roupas etc.

Uma onda de amor a pátria contagiou de verde e amarelo os cenários urbanos enrijecidos pela ainda viva recessão, contudo, não satisfeitos com toda a destruição que causaram e incomodados com a transformação da consciência política dos brasileiros, o Partido das Trevas decidiu mais uma vez roubar essa alegria e confundir os eleitores trocando o tom forte do vermelho que faz menção ao regime totalitário que defendem, o comunismo, pelo verde amarelo representante de nossa amada pátria.

Precisamos resistir a mais esse ataque e não permitir que o PT roube a alegria do canarinho. Reafirmamos que nossa bandeira jamais será vermelha, não adianta tentar nos ludibriar. Sigamos em defesa do Brasil.

Amanda Rocha é professora

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