Pular para o conteúdo principal

“Sou grata ao Pai por ter a possibilidade de falar desse Amor que um dia me alcançou e me curou”, declara a cantora Poly Freire


Um sorriso franco, espontâneo, que acontece não apenas com os lábios, mas também com o olhar. Uma voz firme, que simultaneamente traduz alegria e sensibilidade. Músicas que não são apenas melodias, mas ‘suspiros’ da alma. Com características assim, o Ministério Poly Freire tem alcançado vidas através da música. Recentemente, a cantora caruaruense lançou o clipe da música ‘Viver para Cristo’ no YouTube, do qual as visualizações crescem a cada dia. No clipe, foram utilizados cenários icônicos da Capital do Agreste, mas a mensagem da canção é universal, baseada no Evangelho do Senhor Jesus Cristo.
Nesta entrevista a ConTexto, Poly Freire conta detalhes do seu ministério que tem metas em consonância com o versículo 36 do capítulo 11 da Epístola Aos Romanos: "Porque Dele, e por meio Dele e para Ele são todas as coisas. A Ele pois a Glória eternamente." 


Como surgiu seu interesse pela música?
Desde muito pequena fui inserida no contexto musical através dos meus avós paternos (João e Maria do Carmo). Vovô tocava gaita, já vovó cantava junto com as senhoras ou por vezes sozinha.
Os louvores eram todos do Salmos e Hinos ou Cantor Cristão, então, ouvia e queria sempre participar quando eles tinham oportunidade.
Também havia um pastor que nos cultos das terças-feiras estava conosco e tocava órgão, era o Pastor Edgar Leitão.
Essas foram minhas referências musicais inicialmente.

Qual a mensagem que você procura transmitir através das canções?
A mensagem da Cruz de Cristo.
Não são apenas músicas legais, acordes perfeitos, não se trata apenas disso vai muito além!
O objetivo é fazer com que o maior número de pessoas possam enxergar uma saída em meio ao caos que as suas vidas estejam enfrentando, afirmar para todos que existe Alguém que se importa tanto com cada um de nós, que foi capaz de se entregar à morte para nos reconciliar com o Criador.
É possível ter essa certeza, basta decidir crer.



Você costuma interpretar letras de autores como Hugo César e Sergio Rodrigues, mas também faz composições. Como acontece seu processo criativo de inspiração?
Interpretar composições de irmãos na fé para mim é honra!
Sou grata aos meninos e a Juliana Carvalho, que nos confiaram a missão de interpretar suas orações em forma de canção.
A forma como algumas composições nascem são bem particulares, de situações que eu esteja enfrentando ou a partir de momentos de oração, de leitura da Palavra.
Interessante que, já houve canção que nasceu dentro do banheiro de um local que eu trabalhei, onde estava tendo um dia daqueles e aí fui ao banheiro chorar e conversar com o Eterno.
Nesse momento, a oração virou canção e imediatamente gravei com um celular que estava no bolso da farda.
Estou longe de ser uma compositora de renome, mas, sou grata ao Pai por ter a possibilidade de falar desse Amor que um dia me alcançou e me curou.

Recentemente, você lançou no YouTube o clipe da música ‘Viver por Cristo’, que está em seu CD ‘Só a Ti’. Na sua opinião, qual a importância da internet e das redes sociais para divulgar seu trabalho?
É impossível nos dias atuais não estar conectado, e as redes sociais deram uma visibilidade muito maior ao trabalho de todo mundo.
Infelizmente, encontramos coisas que ao invés de edificar nos entristecem ou escandalizam, mas, se permanecermos com os olhos voltados para a nossa missão, não seremos atingidos por essa parte negativa.
A era digital é como uma faca de dois gumes, tanto pode colocar você em evidência como pode te expor de forma negativa e fazer com que as pessoas percam a credibilidade naquilo que você faz ou até de lhe julgarem de uma forma que não é a real (como já aconteceu e acontece comigo).
Mas, é uma ferramenta muito eficaz e de um alcance tremendo, que, assim como outros, nós possamos utilizar este recurso para anunciar a maravilhosa Graça que está disponível a todos que dela quiserem desfrutar.

Há novos projetos para colocar em prática este ano?
Projetos sempre temos (rsrsrsrs), mas, a princípio trabalharemos com o que temos em mãos.
Como não vivemos única e exclusivamente de música, temos outros compromissos então, temos que dar um passo de cada vez, obedecendo sempre ao direcionamento do proprietário do ministério, JESUS.

Quem quiser convidar você para alguma apresentação, como deve entrar em contato?
Super fácil nos encontrar, estamos nas redes sociais como facebook com o perfil Ministério Poly Freire, no Instagram como @ministeriopolyfreire.
Podem ainda nos contatar através do e-mail sergio.rrodrigues11@gmail.com, e do telefone para contato (81) 99606-0153, falar com Sergio Rodrigues (irmão por adoção) que é responsável pela agenda.


Se você ainda não assistiu ao clipe
Viver para Cristo, confira aqui:






Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A intolerância dos tolerantes e os confetes carnavalescos - por Amanda Rocha

A quarta-feira passou, mas as cinzas do carnaval deixaram um imensurável prejuízo, não apenas econômico graças aos diversos dias de inatividade industrial e comercial, não somente pelas grandes cifras de dinheiro público usado para distrair a população embalada por ritmos dançantes e letras chicletes ou pornográficas, enquanto hospitais e escolas funcionam em deploráveis condições. Contudo, diria mais, não unicamente pelo elevado índice de acidentes e mortes nas péssimas estradas. Pensando bem, qual o intuito em citar o elevado número de contágio de doenças sexualmente transmissíveis em relações desprotegidas durante esse período? De igual modo não se faz necessário referenciar a elevada despesa que o Sistema Único de Saúde terá por consequência do carnaval; tão pouco se faz cogente contabilizar o número de criminalidade que se eleva nesse período – assaltos, homicídios, latrocínios, tráfico; os casos de divórcios, de gravidez indesejada - que em parte culminará em abortos realizados …

Regime Militar e Movimentos Sociais, quem é o mocinho e quem é o vilão? - por Amanda Rocha

Desde a década de 70 o Brasil tem-se acrescido em números de movimentos sociais e sindicatos, suas origens datam em anos anteriores, mas sua efervescência dá-se no período de Regime Militar. Eivados da necessidade de luta de classes, esses movimentos disseminam que nasceram para combater o regime ditatorial vigente nas décadas de 60 e 70 no país, mas disfarçam o cerne de suas bases ideológicas, cuja finalidade é a imposição da ditadura do proletariado. Nascida na mente insana e nefasta de Karl Marx, essas utópicas soluções para o fim das desigualdades sociais e econômicas concretizaram-se em diversos países, e por onde passaram promoveram unicamente a igualdade da miséria. Dentre as tantas falácias que divulgam, mentem sobre a ordem dos fatos, uma vez que os movimentos não surgiram com o intuito de lutar pela democracia e findar o Regime Militar, há nessa afirmativa uma completa inversão, visto que o Regime Militar foi conclamado pela população e aprovado pelo Congresso, nessa época, …

Se o sol não brilhar, aproveite a sombra do dia nublado - por Davi Geffson

Já percebeu o quanto costumamos a reclamar? Se faz sol a gente reclama, se chove reclamamos do mesmo modo, na verdade, somos serescom anseios e desejos, mas precisamos entender que nada gira em torno de nós. É um conjunto, são vários humanos com os seus devaneios de “ser”. Achar que tudo gira em torno de nós, e por isso, deve ser do nosso jeito, é o mesmo que caminhar em uma esteira, você perderá peso, irá suar, vai se cansar, entretanto, continuará no mesmo lugar.


Tudo pode ser mais simples se ao invés de reclamarmos, impulsionarmos o sentido do “procure o que há de melhor”, em tudo iremos encontrar o lado positivo e o negativo, se assim não fosse, que chato seria. Não queremos nem muito, nem pouco, queremos balanceado, com equilíbrio, isso é o que mescla a nossa vida. Uma comida com muito sal é péssima, com pouco também, agora quando se coloca a quantidade ideal, huuuum, que delícia. Assim é a vida, nem tanto, nem pouco, mas o suficiente.
Diariamente, Deus nos concede o dia que nos fa…