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Fenagreste, ataques com roupagem de amor – por Amanda Rocha

Não satisfeito com o vilipêndio a fé cristã promovida durante o Festival de Inverno de Garanhuns, o Governo do Estado de Pernambuco, agora em parceria com a Prefeitura  Municipal de Caruaru, incitará políticas esquerdistas embasadas no gramscismo, com ataques profundos à família, à moral pública e à fé da maioria dos pernambucanos. O palco para essa mais recente prática ultrajante será a Feira Nacional do Livro do Agreste (Fenagreste) que realizar-se-á neste mês de agosto entre os dias 8 e 12, e ironicamente, mas não aleatória, trará o tema “Toda família tem histórias”.



Explorando a programação da Fenagreste, a Prefeitura e o Governo do Estado afrontarão à família brasileira, a exemplo do segundo dia do evento que incluirá o Lançamento do livro Manual do direito homoafetivo e palestra da autora Carolina Ferraz – “Qualquer maneira de amor vale a pena”. O Questionamento permeia diversos âmbitos, a saber, quais direitos que os homossexuais devem possuir que os heterossexuais não? O direito não deve fundamentar-se na orientação sexual para gerar privilégios. Fantasiais sexuais devem ficar no âmbito privado e não nortear comportamentos públicos. Qualquer maneira de amar vale a pena? Por trás dessa roupagem de amor, tolerância e respeito há um forte ataque às convicções social e cultural da moral, pois não se atrela exclusivamente às relações homoafetivas, há um leque semântico imenso capaz de abraçar a pedofilia, a zoofilia, a necrofilia, entre outras aberrações.

Na sexta-feira, a Secretaria dos Direitos da Mulher de Caruaru promoverá, no Café Literário, um debate sobre vivências dos novos modelos de família – “Toda forma de amor vale a pena” com isso fica ainda mais explícito e incontestável o posicionamento do Governo Municipal na pessoa da prefeita Raquel Lyra contra a família que além de Constitucional é natural e tradicional. Essa não é a primeira vez que a Prefeitura de Caruaru impõe políticas com esse teor.  Recentemente a prefeita encaminhou à Câmara um projeto para criação do Conselho Municipal LBGTI, que não foi aprovado pois a sociedade veementemente solicitou aos seus representantes que dissessem não à essa afronta. A prefeitura também apoiou o  Beijaço Marlon Wesley - Pelo Fim da LGBTfobia, ocorrido durante as festividades do São João durante o mês de junho. Os adeptos das ideologias de esquerda investem amplamente na guerra semântica, um dos exemplos mais fortes que podemos elencar é o uso do termo homofobia, caso de fato exista algum doente mental que sinta aversão ao seu semelhante por conhecer suas preferências sexuais, por certo deve ser expurgado da sociedade como quaisquer outros sociopatas, psicopatas, etc, mas atribuir o rótulo de homofóbico aos que por uma profissão de fé, ou mesmo atração não se submetem, não praticam e não encaram como normalidade a prática homossexual é apelação e mau-caratismo.

Diante de tantas afrontas ainda resta-nos as queixas sobre a desvalorização dos artistas regionais, que embora alguns desses sejam homenageados nesta edição, não recebem a atenção merecida. O pior é saber que essas agravas são possíveis graças aos impostos dos contribuintes, o que nos deixa estarrecidos, uma vez que é inadmissível conceber o fato de a população pagar para ser agredida. Nosso silêncio é nosso maior inimigo, precisamos denunciar e cobrar. Erga a sua voz, posicione-se.

Governantes, PAREM! O povo não aceita esse insultuoso progressismo.

Amanda Rocha é professora

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